Questões Gerais

Não existem dois projetos remotamente iguais. Adaptamos nossos serviços e equipes para atender às metas e ao orçamento do seu projeto, oferecendo o mais alto nível de serviço da maneira mais eficiente.

Os sistemas podem ser Térmicos (para aquecimento) ou Fotovoltaicos (para energia elétrica). A energia solar térmica serve para chuveiros, piscinas, aquecimento de ambientes ou processos industriais. Já o sistema fotovoltaico pode ser utilizado tanto para locais remotos ou sem energia, sendo chamados de sistemas Isolados ou Off-Grid, quanto para locais com acesso à energia elétrica para redução do consumo, sendo então chamados de sistemas conectados à rede ou Grid-Tie.

Sim e esta é uma das aplicações mais utilizadas em todo o mundo. O sistema funciona de forma integrada com a rede elétrica e o consumidor pode trocar energia com esta rede, pagando apenas a diferença entre seu consumo e a produção própria de energia.

Caso você não tenha acesso à rede elétrica é possível fazer um sistema isolado (Off-Grid). Neste caso, o sistema precisará de baterias para armazenar a energia para a noite e dias nublados.

A tecnologia data de meados de 1970, mas está em constante evolução. No Brasil, ainda é muito pouco utilizada se comparada com países como Alemanha, Espanha ou Estados Unidos.

Sim. Enquanto o módulo solar converte a luz (espectro visível) em energia elétrica, o coletor solar utiliza o calor (radiação infravermelha) para gerar aquecimento (de água, normalmente).

Não, você pode utilizar a fiação elétrica já existente da sua casa, empresa ou indústria, bem como o seu telhado ou laje para fixação dos painéis. A concessionária deverá trocar o relógio de força por um relógio bidirecional. Caso você ainda não tenha construído sua casa ou empresa, o ideal seria que o telhado fosse voltado para a linha do equador (ou Norte, na maior parte do Brasil) para melhor aproveitamento da energia solar.

No sistema fotovoltaico, a energia elétrica não é gerada a partir de movimentos mecânicos. É a inteiração entre o silício cristalino e a luz solar que gera a liberação de elétrons para a corrente elétrica, e este processo é totalmente silencioso.

Depende do tamanho e características do sistema bem como da forma como eles deverão ser montados nos arranjos. Um sistema de 1 KWp ocupa uma área de aproximadamente 7 m2 de painéis. No entanto, se estiverem inclinados sobre uma superfície plana como uma laje, um painel pode fazer sobra sobre o outro e eles deverão ficar afastados, exigindo uma área até duas vezes maior. Tais valores variam dependendo do projeto específico.

Não existe qualquer perigo associado a esta tecnologia, desde que as instalações sejam feitas corretamente, cumprindo os requisitos legais.

Não. Bem como, não emite gases poluentes ao meio ambiente. Por isto, a energia solar fotovoltaica é considerada uma energia limpa.

Sistemas pequenos e isolados (Off-Grid), compostos por até 3 ou 4 painéis são de fácil instalação e menor risco. A instalação demora em média de 1 a 3 dias, variando conforme o tamanho do projeto, as dificuldades de acesso ao local de instalação e a complexidade.

As células fotovoltaicas cristalinas que compõem a maioria dos painéis solares são realmente muito frágeis. Embora o vídeo demonstre o quão resistentes são os painéis solares fotovoltaicos a uma tempestade de granizo, você não deveria andar em cima deles ou passar com um carro por cima, pois isso pode criar microfissuras nas células fotovoltaicas dentro do painel solar que irão reduzir o desempenho (produzir menos energia).

Hoje em dia os painéis solares fotovoltaicos de alta qualidade geralmente vêm equipados com vidro temperado ou acrílico para proteger as células fotovoltaicas que ficam embaixo. Em condições específicas de teste estes painéis podem suportar chuva de granizo nas mais diversas formas possíveis, embora sejam projetados para condições meteorológicas extremas, isto não significa que eles podem suportar tudo que a Mãe Natureza vai fazer. A montagem correta do sistema de fixação é essencial para que o seu sistema de energia solar residencial realmente resista a ventos fortes, chuvas de granizo e não cause goteiras na sua casa.

Em outras palavras, o dano aos painéis solares por chuva de granizo é extremamente raro. Além do mais, os painéis solares não costumam ter impactos diretos durante a chuva de granizo devido aos ângulos inclinados dos telhados padrão onde eles são instalados, desta forma reduz-se ainda mais a possibilidade de danos por granizo.

Com total certeza, nos Estados Unidos pesquisas revelam que o valor do imóvel valoriza entre 3% e 6% na hora da venda por possuir sistema solar fotovoltaico. Além de deixar com uma estética mais agradável e tecnológica, chamando assim maior atenção.

Pois o sol é uma fonte de recursos abundante e a total disposição de qualquer pessoa, é uma energia renovável e limpa, a energia que for gerada e não utilizada é compensada em forma de créditos de energia, possui fácil instalação e rara manutenção, é um investimento seguro, pois a energia elétrica está se tornando cada vez mais necessária em nossas vidas, além de estar se tornando mais cara com o passar dos anos, e o mais importante é a contribuição para com o meio ambiente.

Para maior eficiência do sistema, os painéis fotovoltaicos devem ser instalados em posição (inclinação e orientação) e altura determinadas de acordo com a localização da construção, preferencialmente orientado para o norte geográfico (diferente do norte magnético). Além disso, é necessário calcular a quantidade de energia demandada e a radiação solar recebida no local, a fim de definir o modelo e o tamanho dos painéis. A instalação requer, ainda, inversores (para transformar a corrente elétrica contínua em alternada) e baterias (no caso dos sistemas Off-Grid, em que é preciso armazenar a energia gerada ao longo do dia).

No caso dos painéis solares térmicos é conveniente que sejam instalados em um ponto mais elevado, usualmente o telhado. Os painéis solares fotovoltaicos podem ser instalados em terreno plano ou outra área disponível com as características mencionadas, mas em sistemas residenciais é instalado no telhado devido ao custo ser inferior.

Questões Técnicas

Isso depende de vários fatores, tais como: a potência do painel; o local da instalação; a orientação e a inclinação do painel; a temperatura; o sombreamento; dentre outros. Um painel de 100 Wp no Brasil pode produzir em média um máximo entre 400 e 650 Wh por dia (ou entre 12 e 20 kWh por mês). Um painel de 200 Wp produzirá o dobro. Deve-se ainda considerar as perdas de energia, na ordem de 35% para sistemas com baterias e 20% em sistemas conectados à rede.

W (Watt) é uma unidade de medida para potência (equivalente a 1 Joule por 1 segundo). Potência é a quantidade de energia cedida em um determinado tempo.

Wh (Watt-hora) é uma unidade de medida de energia gerada. Ex: Uma potencia de 10W exercida por 3 horas equivale a 10 x 3 = 30 Wh.

Wp (Watt-pico) é a unidade de medida utilizada para painéis fotovoltaicos e significa a potência em W fornecida por um painel em condições especificas e reproduzidas em laboratório (STC). É a potência máxima que um painel pode fornecer em condições ideais.

kWh (kilo-Watt-hora) são 1000 Wh sendo que k se refere a 1000 (em notação científica 103) para qualquer unidade de medida, como por exemplo, kWp e kW que são 1000Wp e 1000W respectivamente. kWh é a unidade de medida de nossa conta de luz.

A eficiência do sistema solar fotovoltaico depende, sim, da quantidade de luz recebida. Porém, mesmo em dias nublados há radiação mais do que suficiente para a geração de energia. Além disso, em localidades com condições climáticas piores, o sistema pode ser potencializado aumentando-se a superfície de contato (com painéis fotovoltaicos maiores). No Brasil, todas as regiões apresentam ótimas condições climáticas.

Sistemas isolados (Off-Grid):
Lista de equipamentos com Potencia (W), Horas de uso por dia (h) e Tensão de funcionamento dos equipamentos (12V, 24V, 110V, 220V, etc.);
Local da instalação (Cidade – UF).
Autonomia requerida em dias (quantos dias sem sol o sistema deve suportar);

Sistemas conectados à rede (Grid-Tie)
Consumo mensal em KWh;
Tensão (110V, 220V, etc.) e tipo de sistema (monofásico, bifásico ou trifásico);
Local da instalação (Cidade – UF).

Painéis fotovoltaicos: Captam a energia solar e transformam em energia elétrica CC;

Inversores / Micro Inversor: Transformam a corrente contínua (CC) em corrente alternada (CA) e ajustam a tensão de acordo com a necessidade. Inversores de sistemas conectados à rede elétrica também possuem a função de sincronizar o sistema com a rede;

Baterias: Usadas em sistemas isolados para armazenar energia;

Controladores de carga: Usados em sistemas isolados para controlar o carregamento das baterias;

Outros equipamentos: Além dos equipamentos principais, são necessários ainda cabos, estruturas de fixação para os painéis, proteções elétricas, e outros acessórios.

Infelizmente não há uma resposta padrão, pois depende de uma série de variáveis e até mesmo do tamanho dos painéis escolhidos. Além disso, não é necessário produzir toda a energia consumida. Ex: uma residência com consumo de 500 kWh/mês utilizará cerca de 15 a 20 painéis de 235 Wp em uma cidade média brasileira para abastecer 100% de sua necessidade.

O sistema solar fotovoltaico chamado Off-Grid é aquele que não está conectado à rede elétrica convencional. Pode abastecer locais remotos, como propriedades rurais e embarcações, e equipamentos isolados, como radares de auto estradas. Atualmente, é o mais utilizado no Brasil.

Já o Grid-Tie é o sistema solar fotovoltaico conectado à rede elétrica, ele pode abastecer edificações completas ou apenas algumas de suas instalações. Por exemplo, câmeras domésticas de segurança. Em muitos países onde o sistema Grid-Tie é amplamente utilizado, como Alemanha e Espanha, é possível que o proprietário venda o excedente da eletricidade produzida por seu sistema fotovoltaico para a concessionária de energia, o que gera ainda mais economia.

A energia solar fotovoltaica tem os mesmos usos que a energia elétrica convencional, podendo ser utilizada para qualquer equipamento. No entanto, é necessário um projeto de instalação de painéis condizente com a demanda e a finalidade de consumo.

Pode ligar geladeira, televisão, lâmpadas, rádios, computador, freezer, entre outros eletrônicos, liga também ar condicionado, mas não é indicado devido o grande número de baterias que é necessário, NÃO é apropriado para chuveiro.

É comum as pessoas pensarem que a energia solar fotovoltaica servirá de backup (reserva) caso a falta de energia aconteçam. Este é um pensamento equivocado. Os inversores Grid-Tie (conectado à rede) funcionam de forma sincronizada com a rede elétrica e dependem dela para funcionar. Esta é inclusive uma medida de segurança para não ferir técnicos de manutenção que desligam a rede para efetuar um reparo.

Não. Os sistemas conectados à rede elétrica jogam a energia excedente na rede e o relógio registra esse excedente como crédito que será compensado pelo consumo durante a noite, dias nublados ou até mesmo nos meses subsequentes. Para isso, a concessionária trocará o relógio por um relógio bidirecional. É como se a rede pública fosse sua “bateria”, recebendo a energia para o uso em outro momento.

As baterias automotivas foram projetadas para suprir uma alta quantidade de energia necessária durante a partida do veículo, sendo que esta energia gasta é rapidamente reposta pelo alternador (baixa profundidade de descarga). No entanto, não podem sofrer descargas intensas e contínuas. Os sistemas fotovoltaicos demandam repetidamente cargas e descargas profundas das baterias. Caso se utilize baterias automotivas sob estas condições de operação, elas serão rapidamente inutilizadas.

A escolha da bateria ou do banco de baterias requer cálculos que dependem de cada projeto especifico, sendo comum o uso de baterias estacionárias.

Estas são baterias do tipo chumbo-ácido, fabricadas com placas mais espessas podendo ser regularmente carregadas e descarregadas entre 20% e 50% e até 80% de sua capacidade, dependendo de seu fabricante e de suas características. Existe uma relação direta entre a profundidade de descarga e o número de vezes que a bateria pode ser carregada e descarregada (ciclo de carga) durante sua vida útil, ou seja, quanto menor for a descarga maior será sua vida útil.

Sim, porém muitas vezes é inviável devido à potência de partida ou surto dos motores elétricos que pode chegar a oito vezes a potência nominal, exigindo um inversor muito grande e caro, inviabilizando o sistema seja pelo custo ou até mesmo tecnicamente. Por esse motivo, surgiram as bombas solares, que dispensam o uso de inversores e devem ser utilizadas sempre que possível, substituindo as bombas convencionais.

Depende da bomba. A grande maioria das bombas solares não é feita para trabalhar com baterias e essa é a sua grande vantagem. Como elas bombeiam somente enquanto houver sol, o ideal é que a água seja bombeada e armazenada durante o dia para ser utilizada durante o dia e a noite. Assim como para as baterias, o reservatório deve ser grande o suficiente para garantir a água durante os dias nublados.

O sistema solar fotovoltaico exige pouca manutenção, sendo basicamente a limpeza e pequenos ajustes (reapertos e testes) do sistema.

Benefícios

A inteiração entre o silício e a luz solar, que gera a energia fotovoltaica, não produz resíduos ou gases poluentes. Por isso, ela é considerada uma fonte de energia limpa ou ecológica. Além disso, a radiação solar é abundante e inesgotável, com grande potencial de utilização, enquanto o silício, principal semicondutor utilizado nos painéis fotovoltaicos, é o segundo elemento mais encontrado na superfície terrestre. Ou seja: é uma solução energética sustentável.

A parte do investimento inicial, com compra e instalação do equipamento, a energia elétrica gerada pelo sistema fotovoltaico não tem outros custos, dado que os painéis demandam de pouca manutenção. Com a evolução tecnológica, o prazo de retorno deste investimento inicial está cada vez menor.

Além disso, tal energia é auto-suficiente e, portanto, mais segura em termos de abastecimento, principalmente para os consumidores comerciais e industriais, para quem a falta de energia pode significar perdas de produção. A energia fotovoltaica também é a solução mais barata para a eletrificação de grandes propriedades rurais formadas por sistemas elétricos dispersos. Outro uso bastante viável, principalmente para a iniciativa pública, é a eletrificação de comunidades remotas.

Custos

O custo do sistema depende do seu tamanho e equipamentos selecionados, que por sua vez dependem da quantidade de energia necessária e das características do local da instalação.

Agora pessoas físicas tem o incentivo do Programa Fundo Clima. Segundo o banco, um dos objetivos do programa é financiar aquisições de equipamentos com índices de eficiência energética ou que contribuam para redução de emissão de gases de efeito estufa.

Entre 2 e 5 anos, de acordo com a região e com o local que o sistema será instalado. Com estes constantes aumentos na conta de luz muito provavelmente o investimento se pagará em ainda menos tempo. Depois que a energia solar se paga você terá energia grátis!

Em 2001, quando tivemos a primeira crise de energia, o governo estabeleceu um limite máximo de consumo para as residências, e quem ultrapassasse pagava multa. Se você tem um gerador de energia solar produzirá sua própria energia e não paga multa se houver racionamento novamente.

Garantias e Tempo de Vida Útil

Um sistema fotovoltaico conectado à rede tem uma vida útil de 30 a 40 anos, sendo que a maioria dos painéis fotovoltaicos tem garantia de 25 anos para produção de pelo menos 80% da potência nominal. Já os inversores possuem uma vida útil esperada de 10 a 15 anos, podendo ser trocados. Alguns microinversores têm vida útil maior, podendo chegar a 25 anos.

No caso dos sistemas isolados, os inversores e controladores de carga possuem vida útil de 5 a 10 anos, mas a principal diferença (especialmente em custo) fica por conta das baterias que são caras e devem ser substituídas com maior frequência. As baterias mais usuais têm vida útil de 4 anos e baterias especiais podem chegar a 10 a 15 anos de duração, sempre dependendo de um bom dimensionamento e uso.

Os painéis fotovoltaicos possuem 10 a 12 anos de garantia contra defeitos de fabricação, garantia de material;
Os inversores de 5 a 7 anos de garantia contra defeitos de fabricação, podendo ser estendida;
Os controladores de carga possuem 2 anos de garantia contra defeitos de fabricação;
Demais componentes possuem 1 ano de garantia contra defeitos de fabricação.
A instalação realizada pela Nova Eficiência recebe 2 ano de garantia.

Questões Fiscais

Não. O sistema adotado pelo Brasil não permite a venda de energia à concessionária como em outros países. No entanto existe um sistema de compensação de energia onde um crédito (produção maior que o consumo) gerado em um determinado mês pode ser utilizado em um mês subsequente ou até mesmo em outra unidade consumidora do mesmo CPF ou CNPJ, dentro do campo de atuação da mesma concessionária.

Por exemplo, se em um determinado mês você viaja de férias ou a radiação solar é muito alta e você produz 500 kWh consumindo apenas 400 kWh, será gerado um crédito de 100 kWh. Se no próximo mês seu consumo foi de 550 kWh e a produção de 500 kWh, você não pagará nada e ainda terá um crédito de 50 kWh para os próximos meses.

Sim, inclusive há duas Resoluções Normativas da ANEEL 482/2012 e 687/2015 que tratam inteiramente sobre sistemas de micro e minigeração conectados à rede elétrica. As concessionárias não só devem permitir como têm prazos máximos definidos para avaliação e autorização dos sistemas.

Sim, porém se você já tem acesso à rede elétrica isso não é recomendado. O sistema fotovoltaico conectado à rede é mais eficiente, econômico, seguro, ecologicamente correto e de menor manutenção, portanto é a melhor opção para as pessoas que já possuem a energia rede pública.